Um
homem rico, sem filhos, sentindo-se morrer, pediu papel e caneta e escreveu
assim: “Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a
conta do mecânico nada aos pobres”. Não teve tempo de pontuar-morreu.
Eram
quatro concorrentes. Chegou o sobrinho e fez estas pontuações numa cópia do
bilhete: “Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a
conta do mecânico. Nada aos pobres.”
Apareceu
o mecânico, pediu uma cópia do original e fez estas pontuações: “Deixo meus
bens a minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do mecânico. Nada
aos pobres.”
Um
juiz estudava o caso quando chegaram os pobres da cidade. Um deles mais sabido,
tomou outra cópia do testamento e pontuou desse modo: “Deixo meus bens a minha
irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do mecânico? Nada! Aos pobres!.”
(Adaptado
de: Amaro Ventura e Roberto Augusto Soares Leite. Comunicação/Expressão em
língua nacional. 5ª série. SãoPaulo:Nacional,1973.p.84)
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