Linguistas
viajam pelo mundo gravando termos de idiomas ameaçados de extinção para criar
dicionários acessíveis pela internet.
Localizar a
tradução das palavras ”peixe” para o chinês, romano, dinamarquês ou armênio não
é tarefa complicada hoje em dia.A
internet estará repleta de aplicativos e sites que dão suporte para a tradução
das línguas oficiais de todos os países.mas como saber a tradução par o idioma
tuvan,falado hoje por apenas 200 mil residentes da Sibéria e da Mongólia? Nada
de buscar estudos linguísticos específicos guardados em bibliotecas de
universidades. Para este termo, o Caminho também é a internet.segundo o
dicionário on-line criado pelos linguistas nortes americanos K. David Harrison
e Gregory D. s. Anderson, “peixe”, em Tuvan, é ( ).clicando em outro botão é possível
ouvir a pronunciada palavra.
É viajando
pelo mundo que os dois profissionais do Living Tongues Institute for Endangered
Languages reúnem subsídios para forma os chamados “dicionários falantes de
idiomas em fase de extinção ,com poucos
falantes no planeta.Eles já gravaram e organizaram acervo linguísticos do tuvan
e de mais sete outras línguas, como:remo, sora e ho (Índia), matukar panau
(Papua Nova Guiné), manuiche (peru), chamacoco (Paraguai) e sletz-dee-ni(de uma
pequena tribo no Oregon,EUA). Outros ainda estão em fase de estudo,como os
idiomas huilli-che e tsesungun, ambos do Chili.
Para os
ativistas de cada comunidade com idioma ameaçado, este dicionário é uma
ferramenta que pode ser usada para disseminar o conhecimento da língua entre os
mais jovens. Para todo o resto das pessoas interessada, é a oportunidade de
encontra sons e formas de discurso humanos desconhecidos para a grande parte da
população do globo.É a diversidade linguística escondida e que agora pode ser
revelada.
Por Rachel
Bonino (revista língua portuguesa pag. 20, junho de 2012).
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